sexta-feira, 20 de Novembro de 2009

Proposta do CDS para a Autarquia

O vereador do CDS-PP na Câmara de Lisboa, António Carlos Monteiro, vai propor que a autarquia abdique da receita proveniente do IRS em 2010, como forma de combate à crise e promoção da “competitividade fiscal” da capital.


António Carlos Monteiro apresentou a proposta para agendamento na reunião do executivo municipal da próxima quarta-feira.

De acordo com a Lei das Finanças Locais, Lisboa tem direito, anualmente, a uma participação variável até cinco por cento do IRS.

Na proposta, António Carlos Monteiro defende que, ao abdicar desse montante, a autarquia estará a “promover a competitividade fiscal do município”.

“O CDS-PP entende que a Câmara Municipal de Lisboa deve reduzir a carga fiscal sobre os lisboetas, por forma a minorar as dificuldades das pessoas, em particular dos idosos e da população activa apoiando, indirectamente, a manutenção dos postos de trabalho e servindo de instrumento de fixação de população e de promoção do desenvolvimento da Cidade, nomeadamente combatendo o problema da desertificação”, argumenta.

Este ano, a cobrança do IRS no concelho de Lisboa foi fixada em cinco por cento.

in Publico, 20 de Novembro de 2009

terça-feira, 17 de Novembro de 2009

Encerramento da esquadra da PSP na Praça da Alegria

Mais uma esquadra que encerra em Lisboa.
Foi questionado ontem à Câmara Municipal de Lisboa (CML) sobre o encerramento da esquadra da PSP da Praça da Alegria, uma vez que a segurança dos habitantes da Freguesia de São José é uma preocupação.
Numa nota de imprensa, a CDU questionou a Câmara Municipal de Lisboa (CML) sobre a sua atitude e posição assumida perante este encerramento, considerando que, ao encerrar a esquadra, "o Governo está a infringir compromissos assumidos".
O governo é acusado de decidir "sem consulta aos órgãos competentes do poder local e sem atender às populações afectadas, antes provocando mais insegurança", em "zonas tão sensíveis como esta da Freguesia de São José".
"Se não houve qualquer manifestação de vontade da parte da Câmara e especificamente da parte do Presidente da CML, antigo Ministro do sector, não só se confirma a subjugação estratégica que já vinha do mandato anterior, como se agrava a incapacidade de autonomia desta maioria face ao Poder central".

baseado em JORNAL DA MADEIRA/LUSA

segunda-feira, 9 de Novembro de 2009

20 anos de liberdade


Hoje comemoram-se 20 anos de uma das maiores vitórias da liberdade a que o Mundo assistiu. A queda do Muro de Berlim foi a vitória não apenas para um povo, mas também para a Europa, para o Ocidente e para o Mundo. A queda do Muro é a imagem viva do triunfo dos valores da liberdade sobre a repressão e sobre o totalitarismo causado por um regime que indiscriminadamente oprimiu vários povos e identidades.


Para aqueles que ficaram no lado comunista, o Muro de Berlim significou o sofrimento, a tristeza, a asfixia, a opressão, a miséria e, muitas vezes, a morte. Para ambos os lados, significou a separação de um povo e dois modos de vida completamente incompatíveis. No total, cerca de 130 pessoas perderam a vida ao tentar atravessar a fronteira para o mundo livre. Quando o conseguiram, a alegria e a felicidade nos rostos, o reencontro daqueles que ficaram separados, a raiva dos que, com martelos, tentavam destruir o muro na noite de 9 de Novembro de 1989, marcaram para sempre um dos dias mais felizes da história recente.
Passados vinte anos, ainda hoje são visíveis os efeitos causados pelo muro da repressão. As diferenças em termos de nível de vida, de emprego e de salários continuam a criar frustração àqueles que foram obrigados a viver sob a ideologia comunista.


O evento comemoramos hoje demonstra pois, que vale a pena continuar a lutar pela liberdade e contra todas as ideologias que a pretendem condicionar ou erradicar. A liberdade é o caminho para a paz e prosperidade. Por esta razão, o nosso partido e a nossa juventude continuam a fazer dela uma das suas principais bandeiras.

Uma nova missão para a nossa Juventude

Este fim-de-semana a Juventude Popular de Lisboa percorreu quase 1.000 km para participar no Conselho Nacional que este ano teve lugar em Mirandela.

No meio dos trabalhos, a juventude contou com um discurso empolgante e cheio de vitalidade do nosso líder. Paulo Portas veio ao nosso encontro para explicar o que podemos esperar do (novo) governo e do CDS enquanto alternativa, comentar os resultados das eleições legislativas e o inegável significado do crescimento do nosso partido, mas acima de tudo, apelar aos jovens populares à acção!

Começando por criticar o facto de o novo governo já se ver como uma vítima da oposição, todo o discurso girou em torno da alternativa viável que constitui o trabalho do nosso partido, quer no Parlamento, quer num possível futuro governo. Portas alertou para o crescimento negativo da economia portuguesa e para a inacção governativa associada a essa realidade. Vivemos numa sociedade que premeia quem não quer trabalhar, onde a justiça é fraca e onde a segurança é cada vez mais precária. Contudo, como explicou o nosso líder, o mais preocupante de tudo é que vivemos numa sociedade onde o governo socialista parece não compreender esta realidade nem apresentar medidas para corrigir os erros do passado da sua governação.

«O nosso partido cresceu nas últimas eleições, mas precisa de crescer mais! Sócrates só ganhou porque o PSD estava lastimável». Para tirar os socialistas do poder, não podemos ficar à espera de um partido que não se entende nem conhece os valores da união e da lealdade. Com o nosso resultado, há ideias do CDS que vão poder avançar e inverter o declínio em que o nosso país se encontra.

« A vossa geração tem o dever e o direito de inverter este declínio. Recomendo à Juventude Popular que se empenhe fortemente em conquistar gente nova!», foi o apelo do nosso líder. Temos de continuar o nosso trabalho, que dura há já 35 anos! O nosso esforço tem de ir no sentido de combater o estigma face aos valores de direita. Temos o dever, enquanto jovens, de divulgar o papel desta direita no crescimento e no desenvolvimento, na igualdade e na liberdade, na justiça e na segurança, na família e na educação, na responsabilidade e na oportunidade… Em suma, a força da direita na promoção da liberdade e da igualdade! Temos de divulgar o contributo das nossas políticas para o bem-estar de todos os Portugueses, pois somos uma direita que promove o mérito pessoal e que dá oportunidade a todos. Por isso, temos orgulho em ser de direita! Temos orgulho em pertencer a um partido que fornece as soluções que o nosso país precisa! É esta a nossa missão!

sábado, 7 de Novembro de 2009

Conselho Nacional JP

Começa agora em Mirandela o Conselho Nacional da Juventude Popular, onde festejamos também o 35º Aniversário.

quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

Aniversário JP

Caros amigos,

a Juventude Popular faz anos hoje. Foi neste dia em 1974 que se juntou um grupo de jovens em Lisboa, no Cinema S. Luís, para um primeiro comício da jovem estrutura da Juventude Centrista. Esse comício não se pôde realizar. Forças da esquerda juntaram-se para impedir o encontro em liberdade, num episódio característico do clima de terror em que o país se encontrava.É por essa razão e na memória desse dia, que hoje festejamos o aniversário da JP. Porque desde esse dia, quer como Juventude Centrista, como Gerações Popular ou como Juventude Popular, vivemos imbuídos de um espírito de combate e de coragem contra a esquerda. E é hoje, reforçados no Parlamento e nas Autarquias, que mais que nunca que proclamamos o direito à indignação e ao inconformismo com o estado do país e com o futuro que nos querem impôr. Nesse espírito festejaremos este aniversário em conjunto no fim-de-semana, em Conselho Nacional, e em particular no jantar aberto a todos no Sábado, em Mirandela.

Desejo a todos um feliz dia de anos, porque estamos todos de parabéns!
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Michael Seufert
Presidente da Comissão Política Nacional

quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

Portugal: Maioria Relativa

No passado dia 27 de Setembro, Portugal foi mais uma vez a votos.
Estas foram, quantitativamente, as eleições mais disputadas, existindo um grande número de forças políticas. No entanto, de entre todos os candidatos, apenas 5 partidos alcançaram assento parlamentar: PS, PSD, CDS-PP, BE e CDU.
Os resultados reflectem o pensamento dos portugueses acerca da verdadeira situação do nosso país.
Em primeiro lugar, dizem-nos que o povo está descontente com o governo maioritário, levado a cabo pelo Partido Socialista nos últimos 4 anos, no qual os partidos da oposição não tinham parte importante na decisão das grandes matérias do Estado. Verificámos, igualmente, que os portugueses pensam que não existe uma alternativa, experiente e de compromisso, ao Eng. José Sócrates, já que a Dra. Manuel Ferreira Leite não conseguiu alcançar os resultados a que se propunha.
A grande vitória nestas eleições coube a duas forças partidárias: CDS-PP e BE.
O CDS, por atingir um resultado histórico, pela mão do renascido Dr. Paulo Portas, alcançando os 21 deputados e a tão desejada marca dos dois dígitos, algo há muito ambicionado pelo seu líder. As sondagens apontavam, mais uma vez, para um resultado devastador, de volta ao Partido do Táxi, e, novamente, o CDS superou as expectativas em muito, como já acontecera nas Eleições Europeias.
O BE subiu também nestas eleições, ultrapassando o Partido Comunista, que passou a ser a quinta força política. Apesar da subida bloquista, esta não permitiu um resultado que possibilitasse uma coligação de maioria com o partido socialista.
Neste cenário, surgiram duas hipóteses de se constituir um governo de maioria absoluta. A primeira, dizia respeito ao tão falado e especulado Bloco Central, formado através de uma coligação entre o Eng. José Sócrates e a Dra. Manuela Ferreira Leite (PS e PSD), hipótese esta prontamente descartada por ambas as forças políticas.
A segunda hipótese seria a coligação pós-eleitoral com o CDS, algo que foi logo rejeitada, na noite eleitoral de 27 de Setembro, pelo líder dos Democratas Cristãos.
Destas eleições resultou um Governo de maioria relativa, no qual as Decisões Autoritárias e sem consulta da oposição, características da anterior legislatura, terão de ser abolidas, dando lugar a conversações com todos os Partidos da Assembleia, passando também por acordos pontuais com as diversas bancadas parlamentares.
É, aqui, que o CDS vai ter que demonstrar aos portugueses, o porquê de estes lhe terem delegado o 3º lugar na Hierarquia Parlamentar. Assim, devemos realçar o facto de os resultados provarem que, cada vez mais, o povo português quer acabar com a bipolaridade partidária.
Virámos mais uma página da História de Portugal. O CDS vai ser uma, se não a mais importante, força de oposição ao governo socialista.
Com um CDS cada vez mais forte e cada vez mais perto dos Portugueses, Portugal vai ter a hipótese de debater os seus verdadeiros problemas, e não apenas aqueles que só interessam discutir para satisfazer os Lobbys existentes no nosso país.
Vamos demonstrar porque é que Portugal voltou a confiar em nós, na tentativa de auxiliarmos a resolver os problemas da nossa sociedade, ajudando o Eng. José Sócrates a criar um Portugal cada vez mais português, onde a nossa economia possa deixar de estar na cauda da Europa, e passe a estar no topo.
FORÇA CDS,
FORÇA JP,
VIVA PORTUGAL.

José Filipe Maçanita

Novamente, a questão da segurança…ou a falta dela!

A PSP de Lisboa está com falta de algemas, coletes anti-balas e outro equipamento considerado básico para a protecção pessoal de um polícia. De acordo com a notícia publicada hoje no jornal Diário de Notícias, muitos agentes da PSP em Lisboa têm de comprar o seu próprio equipamento para o desempenho da sua missão.

Perante o crescente aumento da criminalidade nas ruas das grandes áreas metropolitanas, este é mais um caso da irresponsabilidade das políticas de segurança do anterior governo, que nada fez para contrariar a situação. A falta de material de protecção individual vem assim, aumentar o sentimento insegurança não só dos cidadãos, mas principalmente dos agentes responsáveis pela manutenção da ordem pública.

Já não bastava o lamentável regime remuneratório para desprestigiar a condição das forças policiais portuguesas, deparamo-nos agora o risco acrescido com que estes agentes, muitas vezes heróicos, têm de lidar no desempenho da sua profissão. Esta notícia vem demonstrar, mais uma vez, que o nosso partido não exagera quando aborda a questão segurança…ou da falta dela.

Está na altura de o Estado atender a um dos que constitui os seus principais deveres. Resta agora uma questão: será que também haverá continuidade na política de (in)segurança do novo governo? Afinal de contas, o Ministro da Administração Interna continua a ser Rui Pereira…

domingo, 25 de Outubro de 2009

Não fossemos nós o partido das soluções...

Estreio-me no fantástico blog da nossa juventude partidária com um tema que é muito querido mas ao mesmo tempo polémico para toda a sociedade portuguesa, propondo-me abordar uma notícia publicada hoje no Diário de Notícias intitulada «CDS pode ser peça-chave na avaliação dos professores».
Reconhecida como uma das bases elementares da sociedade, progresso e sucesso individual, a educação constitui uma das principais preocupações de todos os partidos políticos no nosso Parlamento. Para o Governo, recentemente reeleito, a avaliação dos professores encontra-se entre um dos primeiros temas na agenda política a ser levado ao Parlamento. No entanto, o documento legislativo relativo ao sistema de avaliação dos professores aprovado pela agora extinta maioria absoluta está condenado ao fracasso num novo Parlamento onde os socialistas dependem da tão «malhada» oposição. Acontece que, nas actuais circunstâncias políticas, a solução para o problema da polémica avaliação dos professores só poderá ser encontrada negociando com o CDS. O que é engraçado é que agora o PS terá de voltar a olhar para um projecto com o qual pretendeu acabar na anterior legislatura, projecto esse que, por sua vez, aquando da sua apresentação no Parlamento, recebeu os votos favoráveis de todas as bancadas excepto dos socialistas, vá-se lá saber porquê…
Todos os partidos manifestaram que são a favor da suspensão do actual modelo de avaliação. Mas mais uma vez, o nosso partido destaca-se positivamente, propondo uma alternativa e, mais uma vez, uma alternativa viável e concreta, não fossemos nós o partido que mais iniciativas apresentou, em geral e por deputado, na anterior sessão legislativa.
Surge então uma nova oportunidade para acabar com uma política que exige mais aos professores e menos aos alunos, que premeia o facilitismo em detrimento do esforço com o objectivo de satisfazer estatísticas e, que denigre a imagem dos professores obstaculizando a sua autoridade na escola.
Todos queremos que os professores sejam avaliados. Todos queremos um sistema de ensino de qualidade, rigoroso e exigente de modo a podermos competir num mundo globalizado. Todos queremos profissionais qualificados e preparados para a dinâmica do mercado de trabalho. Todos queremos um país mais próspero. Ora, é de pequenino que se torce o pepino.

sábado, 24 de Outubro de 2009

Para fim-de-semana com Novo Governo...

“Novo governo, vida nova!”, ou então nem por isso...
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O PM apresentou o seu ‘novo’ governo, a sua tão citada equipa renovada, que ao que parece nem uma lufadinha de ar fresco entrou… Oito caras novas e duas mexidas de pastas. Afastando [quase] tudo o que é polémico, o novo executivo prepara-se para uma legislatura que promete ser ‘animada’. Mantendo Teixeira dos Santos nas Finanças, Luís Amado nos Negócios Estrangeiros, Pedro Silva Pereira na Presidência, Rui Pereira na Administração Interna, Ana Jorge na Saúde e Mariano Gago na Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Trocando Augusto Santos Silva dos Assuntos Parlamentares para a Defesa e Vieira da Silva do Trabalho e Solidariedade para Economia. As novidades surgem nas pastas da Justiça, Agricultura, Obras Públicas, Ambiente, Trabalho e Solidariedade Social, Educação, Cultura, Assuntos Parlamentares e Secretariado de Estado da Presidência.
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O novo governo, que não passa do “Mais do Mesmo”, tem agora a tarefa de concertar os erros de quatro anos e meio de maioria irresponsável.
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A, este governo, pedimos responsabilidade para o tão aclamado ‘Avançar Portugal’!
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No entanto continuamos a saber em que ponto, iremos (e continuaremos por) ficar.

quinta-feira, 22 de Outubro de 2009

Nro 52 "Uma Aventura no Governo", 1ª edição, Outubro de 2009


Novo Governo de Sócrates foi hoje apresentado: O Chico, a Teresa, a Luísa e o Caracol, João e Faial, irão em breve iniciar funções e governar segundo o rumo indicado. Será que estes protagonistas conseguirão atingir o seu objectivo e o volume de vendas atingir uma segunda edição? :D

Editora "Caminho" de Sócrates;

quarta-feira, 21 de Outubro de 2009

CDU denuncia irregularidades nas eleições em Lisboa


São erros factuais, verificados nas actas de apuramento de dados que foram enviadas para as Juntas de Freguesia. Segundo a CDU, foram registadas irregularidades nas últimas eleições autárquicas, com consequências directas na distribuição de mandatos.
Segundo referiu o líder do PCP/Lisboa, em declarações ao tvi24.pt, foram detectados erros na Ajuda, Alcântara, Prazeres, Charneca e Coração de Jesus, o que levou o partido a fazer uma queixa formal ao Tribunal Constitucional em relação à situação da Ajuda, «por ser a primeira», mas também porque é onde a CDU é mais prejudicada.

«Foram atribuídos oito mandatos ao PS, quando na realidade este partido apenas elege 5 candidatos», frisa, notando que com esta situação «passou-se de uma maioria relativa para uma maioria absoluta, o que está incorrecto». O Tribunal Constitucional já mandou proceder à sua correcção.

«Existem vários casos noutra freguesias, com errada distribuição de mandatos e até repetição. Se não nos queixássemos os erros iriam persistir durante o mandato, como aconteceu noutro tempo em Campolide», frisou Carlos Chaparro.

As várias situações ocorreram com «uma juíza, que teve pouco rigor na análise dos resultados», frisou, garantindo que os problemas estão relacionados apenas com as Assembleias de Freguesia e não com o apuramento para a Autarquia.

Os casos avolumam-se, como sucede em Coração de Jesus, onde se verifica «uma inversão do número de eleitos, com o BE a receber 5 e o PS com 0» eleitos. Situações similares ou menos graves existem também nos Prazeres, na Charneca ou em Campolide.

in diario iol, de 20 de Outubro

segunda-feira, 19 de Outubro de 2009

A Nossa Lisboa!

A Nossa Lisboa, newsletter alfacinha, é o novo meio do munícipe manter-se actualizado sobre os projectos, obras e actividades que a nossa cidade acolhe. É, também, uma via para a Câmara fazer chegar a todos os cidadãos informação sobre o seu trabalho, divulgar notícias relevantes para a nossa vida colectiva e tornar a gestão municipal mais transparente.

http://anossalisboa.cm-lisboa.pt/index.php?id=1852

Não percam. Passem por lá para espreitar as novidades lisboetas nas diversas áreas:

Espaços Verdes;
Juntas de Freguesia;
Habitação;
Comércio;
Desporto;
Cultura;
Obras;
Turismo;
Trânsito;
Segurança;
etc;

sexta-feira, 16 de Outubro de 2009

Ironia...


Lisboa/Contentores: Helena Roseta pede "revogação imediata" do prolongamento da concessão do terminal

"Lisboa, 16 Out (Lusa) - A vereadora da Câmara de Lisboa Helena Roseta pediu hoje aos grupos parlamentares para proporem a "revogação imediata" do decreto-lei que rege o prolongamento da concessão do terminal de Alcântara e a abertura de um concurso público.

"Em nome do movimento Cidadãos por Lisboa e de muitos milhares de cidadãos", a autarca, reeleita nas eleições de domingo passado integrada como independente na lista socialista, enviou uma carta aos deputados onde contesta a prorrogação, por mais 27 anos e por ajuste directo, do prazo de concessão do terminal de contentores à Liscont.

A decisão, anunciada no ano passado, tem sido alvo de várias vozes de protesto, mas o Governo nunca recuou, alegando que tem havido um aumento da procura dos serviços e que prevê o esgotamento da infra-estrutura ainda antes de 2010."

16 de Outubro de 2009, Lusa

sábado, 3 de Outubro de 2009

Jantar das Juventudes

Ontem dia 02 de Outubro a JP em conjunto com a JSD organizou mais uma fantástica iniciativa de campanha, um Jantar de Juventude apoiante da candidatura 'Lisboa com Sentido' em que contámos com a presença de mais 170 Jovens, o Candidato Pedro Santana Lopes e o Mandatario da Juventude Pedro Granger.